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Primeira insulina inalável do Brasil é aprovada pela Anvisa: não precisa de injeção

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Imagem ilustrativa
Insulina Inalável
A partir de agora, quem tem diabetes e precisa fazer uso de insulina diariamente para controlar a glicemia tem uma alternativa às injeções. Isso porque, conforme mostra uma resolução publicada no Diário Oficial da União, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o uso de um medicamento chamado Afrezza, tipo de insulina inalável que dispensa as agulhas.

Insulina inalável para diabetes: Anvisa libera
O diabetes mellitus é uma disfunção do pâncreas que causa uma deficiência na produção de insulina pelo organismo, hormônio que regula a entrada de glicose nas células. Sem a quantidade necessária de insulina, a glicose fica acumulada no sangue, gerando um quadro de hiperglicemia que pode ser regulado a partir de uma dose do hormônio aplicada de forma artificial.

Normalmente, essa aplicação é feita pelo próprio paciente com uma pequena seringa, respeitando as doses receitadas pelo médico. Porém, com a nova liberação da Anvisa, quem sofre com essa condição agora também pode fazer uso de um medicamento chamado Afrezza, um tipo inalável de insulina que promete mais conforto ao administrar essa medicação diária.

Afrezza
Desenvolvido a partir de uma parceria entre as empresas Biomm e MannKind, o Afrezza é usado com o auxílio de um pequeno inalador que pode ser levado para qualquer lugar e deve ser administrado no início das refeições. Ao contrário do que ocorre com a insulina aplicada com seringas, esse medicamento não precisa de refrigeração e, de acordo com os desenvolvedores, tem ação muito rápida.

Conforme explica a MannKind em um comunicado, assim que inalada, a substância se dissolve rapidamente ao chegar nos pulmões e cai na corrente sanguínea imediatamente, fazendo com que os níveis máximos de insulina sejam alcançados entre 12 e 15 minutos após a administração, voltando a declinar apenas após três horas desde o uso.
Contraindicações
A opção, porém, tem contraindicações e há casos em que ela não pode ser utilizada sozinha.

No comunicado, a empresa informa que, para pacientes com diabetes mellitus tipo 1 (ou seja, quando não há qualquer produção de insulina pelo corpo), o Afrezza deve ser combinado com um hormônio de ação prolongada. Além disso, não é uma opção para fumantes.

Fernanda Labate – VIX

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